me sinto tão mal... ao te olhar, me da medo de te perder, medo de que fique enjoada de mim, medo de que ache alguém que te faça mais feliz que eu, medo de que veja que não sou o que sonhou... por isso, sempre deixo meu orgulho de lado, e te dou um abraço apertado, que não demonstra nem a metade do amor que sinto por ti. ♥
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
você, ontem, hoje e sempre!
eu te amo minha menina, e te amarei durante toda minha eternidade. Amarei-te nos seus gestos, no seu sorriso, na sua voz, no que você é! Sim, eu te amarei em tudo. No ar que respiramos, num simples cântico dos pássaros, no alvorecer, no crepúsculo, na morte. Eu te amarei no sol que explode sua luz para iluminar a terra. Amar-te-ei nas chuvas que caem, na vida, no fim. E nem mesmo o céu ou o inferno podem tirar esse sentimento de mim. Sim, eu quero te amar, te amar nas minhas horas de tristezas, pois sua lembrança só me traz alegrias. Amar-te quando a alegria chegar, pois amor e alegria é a própria felicidade e sou feliz enquanto te amo. Sim, mesmo que em minha vida não exista trevas, quero te amar. Mesmo que o amor se torne algo extinto, quero te amar. Mesmo que a luz do mundo se acabe, quero te amar. <3
Quem namora (não só à distância) sabe que sair com os amigos quando se tem namorada não é nem de longe tão divertido quanto sair com os amigos na condição de solteira. Primeiro, porque os amigos se dividem em dois grupos: solteiros e casais. Os solteiros geralmente saem para paquerar. E os casais não querem saber de vela (a não ser que sejam outros casais). Ou seja: quem namora e não tem a namorada por perto é um pária da sociedade, um excluído. Eu, por exemplo, não gosto de segurar vela. E nem acho graça (e nem acho lícito) paquerar outras pessoas. Acabo então, na maioria das vezes, indo só ao cinema, onde não têm apenas casais e a paquera não é obrigatória, mas isso acaba agravando a saudade, porque cinema é o lugar onde namorada mais faz falta, seja pra dividir a pipoca, os beijos ou as opiniões depois que o filme terminar.
Só quem tem que namorar pelo telefone sabe que essa história de ter menos brigas por causa da distância é pura ilusão de quem nunca passou por essa situação. A quilometragem que separa um casal é diretamente proporcional à quantidade de ciúme. Você, toda bem intencionada, confia na sua namorada, acredita que ela está lá tomando um choppinho com os amigos e sentindo tanto a sua falta quando você está dela. Até que chega a sua amiga e te diz que ela, com certeza, está na gandaia, que é pra você abrir o olho. Vem uma mina(ou um cara) que te paquera no barzinho (naquela tentativa que você fez de sair com a amiga solteira) e te pergunta – quando você diz pra ela(ou ele) cair fora porque é comprometida – se você sabe o que a sua namorada está fazendo naquele minuto. Chega o seu amigo que já passou por essa situação e manda você fazer marcação cerrada, porque mulher lésbicas é tudo igual (a homem) e quando bebe esquece do estado-civil. É difícil, depois desse bombardeio, a confiança ficar intacta, ainda mais se você telefona pra provar que todo mundo está enganado e o celular dela cai na caixa-postal... Acabamos gastando o precioso tempo dos encontros discutindo a relação enquanto poderíamos estar repondo o tempo perdidoQuem passa a maioria dos dias longe do namorado sabe como é chata a condição de se ter que ir embora bem na melhor parte. Porque é assim: depois de separados por um período, não é a mesma coisa se encontrar como se vocês tivessem se visto na noite anterior. O reconhecimento demanda um tempo. Você estranha a pessoa um pouco. Vários pensamentos vêm à cabeça: “Que blusa nova é essa?”, “Quem são esses amigos que eu não conheço?”, “Que gíria diferente é essa que ela aprendeu a usar?” Coisinhas bobas, que quem convive no dia-a-dia não tem que passar, pois sabe de quem ela pegou a gíria, ajudou ela a comprar a blusa, viu ela fazer a nova amizade. Você demora um tempinho, mas acaba se acostumando e até gostando das novidades. Então, bem nesse momento, você olha o calendário e vê que já vai embora amanhã. No próximo encontro outras novidades terão tomado lugar dessas que você já conhece e lá vai você passar por outra adaptação.
Só quem namora assim, de longe, sabe que mesmo com todas essas dificuldades, o amor compensa. Porque quando o namorada chega, o mundo fica mais colorido. Os poucos momentos são tão intensos que se estocam na memória, nos abastecendo até a próxima dose. E só quem namora desse jeito sabe o quanto é bom ter a esperança de que um dia aquela distância encurtará de vez e os encontros não terão prazo, necessidade e nem vontade de acabar...
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